Conhecer o bebé. Como saber o que necessita?

Apoio aos pés do bebé prematuro

Os bebé conseguem comunicar, através de uma linguagem muito própria, o que sentem e o que esperam que façamos por eles. A linguagem do bebé entende-se ao observar e conhecer o bebé é aprender a ler as pequenas e simples mensagens que transmitem através do seu comportamento e que traduzem as reacções ao ambiente e as suas necessidades.

Desde o primeiro dia que os pais se vão acostumando ao ambiente e às rotinas da UCIN. À primeira vista tudo parece confuso, a incerteza é grande e encontrar o seu papel como pais pode parecer difícil.

A pouco e pouco vão aprendendo a cuidar do seu filho, a dar banho, a alimentá-lo, a vesti-lo, a pegar-lhe ao colo e a aprender algumas rotinas médicas como ver a sua temperatura.

Poderá parecer muito complicado mas os profissionais estão preparados para os apoiar e ajudar a cumprir tarefas simples. Ao assegurarem estas tarefas os pais poderão sentir-se úteis e próximos do seu filho.

Independentemente daquilo que os pais possam fazer eles, enquanto pais, podem oferecer sempre, desde o primeiro dia, algo único: o amor, carinho e conforto.

Com tempo podem aprender a:

- Proporcionar cuidados de apoio ao desenvolvimento;

- Limpar e cuidar da pele;

- Mudar a fralda;

- Dar banho;

- Proporcionar colo e Canguru;

- Conhecer os sinais e sintomas de doença;

- Conhecer o bebé e adivinhar o que necessita ao identificar os comportamentos e maneiras de reagir próprias do seu filho;

- Conhecer a condição clínica do seu filho e o diagnóstico;

- Conhecer a medicação que está a tomar;

Conhecer o bebé

Como saber o que necessita?

Quando os pais vêm pela primeira vez à unidade encontram um ambiente surpreendentemente novo e até assustador. O seu medo de tocar, de fazer algo de errado leva a que de início os profissionais se ocupem de grande parte das tarefas. Por vezes os pais podem sentir que não são úteis. Com o apoio dos profissionais eles percebem que podem tocar e até mudar a fralda ou confortar o seu filho.

Existem muitas actividades que só eles sabem e podem fazer. De início observar pode ser a única actividade, mas não menos importante que outras. É uma forma de se envolverem com o que está acontecer. Permite compreender e conhecer o bebé ao absorver cada pequeno gesto, expressão e maneira de ser desenhando um quadro cheio de traços únicos e pessoais.

Observar

Observar é uma qualidade inerente ao ser humano. É uma forma de contacto e de aprendizagem. É através do órgão da visão que estabelecemos, em regra, o primeiro contacto com alguém e que retiramos as primeiras impressões. Fotos podem ajudar em especial quando o bebé nasce de cesariana ou foi transferido para outro hospital impedindo a mãe de o conhecer. Logo que possível o pai poderá tirar uma fotografia e levar à mãe (existem unidades que tiram essa fotografia a a fazem chegar à mãe).

A linguagem dos bebés: conhecer o bebé e ler o seu comportamento

Aprender a linguagem do seu bebé é fundamental para melhor responder às suas necessidades. É um código muito próprio, individual, diz-nos o que ele gosta e não gosta, quando se sente bem ou mal, ou com energia ou ainda cansado. Observar as expressões, as posições, os movimentos respiratórios o estádio de alerta, os padrões de sucção e de auto-consolo, é importante.

Observar e compreender a linguagem do bebé é uma tarefa primordial para bebés tão sensíveis e muitas vezes tão doentes. Quem melhor que o próprio bebé para nos dizer se se sente bem ou mal?

Não é o que esperavam

Dependendo do grau de prematuridade a sua aparência pode chocar. Parecem muito delicados, demasiado frágeis, emagrecidos, com pouca gordura corporal e muito diferentes de um bebé com o tempo todo. Isto deve-se à sua imaturidade.

O aspeto do bebé

Alguns prematuros têm o corpo coberto por uma camada de pelo muito fino e escuro a que se chama lanugo, este acaba por desaparecer.

Pode vezes nascem com o tamanho de uma mão adulta, geralmente têm uma cor de pele avermelhada e parecem transparentes.

Compreender e conhecer o bebé: Olha para mim!

Como resposta ao ambiente ou aos cuidados os bebés podem demonstrar, genericamente, dois tipos de comportamentos: comportamentos de aceitação e aproximação, e comportamentos de recusa e afastamento.

O que observar:

Estes são exemplos de comportamentos de recusa ou afastamento que nos podem indicar que o bebé  está desconfortável, ou tem dor, ou ainda o quanto ele é sensível ao ambiente que o rodeia.

Pausas respiratórias Boca mantém-se aberta
Alterações da cor: cinzenta, manchada Tremores
Engasgar-se Esticar dos dedos das mãos
Espirrar Mão aberta à frente da cara
Soluços “Sentado no ar”
Bocejos Mão em guarda
Estremecer Choramingar
Arquear as costas Agitação
Caretas Protestar
Protusão da língua Chorar
Postura rígida Agitação
Protestar Chorar
Esticar para longe do corpo os membros de forma súbita e desastrada Flutuação dos olhos
Movimentos súbitos Desviar o olhar – vago
Movimentos descoordenados Olhar fixo
Olhar vidrado  Estádios de aperta difusos

Seguidamente apresentam-se exemplos de comportamentos de aproximação e de copping que nos indicam o quanto o bebé é competente nos seus esforços se adaptar aos estímulos ambientais, para se aclamar e confortar e que está pronto para interagir e explorar.

Respiração regular Procurar
Cor saudável Sugar
Mãos juntas; mãos dadas Postura suavemente fletida
Movimentos suaves e harmoniosos Cara relaxada e atenta
Pés juntos apoiados um no outro Orientação para a voz ou som
Agarrar Mudanças de estádio de alerta suaves
Movimentos da mão à face Sono descansado
Mãos à boca Sorriso dirigido
Franzir do sobrolho Facilmente consolável
Acalma-se sozinho

Muitos dos comportamentos que vai observar são semelhantes a comportamentos que tomamos. Quando tentamos proteger os olhos  ou a cara perante uma ameaça, ou quando enrolamos o nosso corpo sobre nós mesmos porque nos sentimos tristes ou queremos descansar ou isolar. Quando, por outro lado, estamos de expressão facial “aberta”, iluminada e os olhos brilhantes a olhar para algo ou alguém, é porque estamos interessados e queremos comunicar. Os bebés, mesmo os prematuros, também o  fazem de forma mais ou menos competente e organizada.

Olha, estou a gostar!

Comportamentos de aproximação e de conforto revelam que o bebé está relaxado, confortável ou interessado, são sinais positivos e que nos levam a interagir, acarinhar, falar e estar com o bebé. Agora é a altura indicada para lhe prestar os cuidados! Nestes períodos de alerta eles podem assimilar informação e aprender.

Dormir calma e tranquilamente também é um comportamento positivo. Dormir durante um longo período é importante para o desenvolvimento dos bebés sobretudo dos que nascem prematuramente: O desenvolvimento cerebral, o restabelecimento dos níveis de energia sobretudo num ambiente tão exigente, o crescimento com a libertação da Hormona de Crescimento, a organização das células cerebrais e das memórias futuras dos sons no estabelecimento das fundações da linguagem, e o desenvolvimento das células da retina e do córtex visual, são funções inerentes e dependentes do sono.

O bebé precisa de ajuda!

Outros comportamentos mostram que o bebé está cansado e desconfortável, são sinais de evitamento, como se ele se quisesse afastar de algo. Quando o bebé mostra algum dos sinais de desconforto acima referidos a primeira coisa que devemos observar é o contexto da situação, moderar ou parar o que se está a fazer e esperar. Ele transmite-nos um sinal de que o que se está a passar é demais para ele, para a sua capacidade de integração e para a sua idade gestacional. Os bebé prematuros são altamente sensíveis ao ambiente que os rodeia, sobretudo porque os seus cérebros imaturos não conseguem processar tanta informação.

Alguns bebés podem simplesmente “desligarem-se” de um ambiente demasiado estimulante mostrando apatia, adormecendo ou agitando-se e chorando.

Um bebé cujos sinais comportamentais mostram que necessita de ajuda deve ser ajudado. O prestador de cuidados precisa de entender o que poderá ter causado a instabilidade comportamental e fazer todos os esforços para remover ou atenuar o estímulo e restabelecer o equilíbrio.

Como ajudar o bebé?

Adaptar o ambiente e os cuidados diários às necessidades de cada bebé

Cada bebé reage à sua maneira ao ambiente e aos cuidados. A observação e interpretação do seu comportamento permite-nos estabelecer as estratégias mais adequadas a esse bebé, ao seu estado clínico e ao seu estadio de desenvolvimento. Os bebés mais doentes são também os mais vulneráveis, independentemente de serem mais ou menos imaturos.

A permanência de estímulos  desagradáveis pode levar o bebé a gastar energia desnecessária para os evitá-los ou a chamar a atenção dizendo que já chega. Quando a nossa resposta de ajuda tarda o bebé pode cansar-se ou ficar instável do ponto de vista clínico com  bradicárdias, apneia e necessitar de mais oxigénio suplementar. É amplamente reconhecido o efeito do stress na estabilidade fisiológica de bebés vulneráveis. O stress pode surgir por dor, por desconforto, pelo ruído ambiente, pelo excesso de luzes, pela inexistência de períodos longos de repouso ou por estímulos contínuos e frequentes, mesmo daqueles que achamos benéficos (como cuidados à pele, mudanças de fralda, carícias, falar, ou o cantar). As manifestações de stress ou desconforto podem aumentar o ritmo cardíaco, respiratório, as tensões arteriais, e consequentemente os gastos e necessidades de oxigénio e energia. Em bebé já doentes e muito prematuros pode significar a necessidade de mais medidas terapêuticas de apoio. O stress crónico ou tóxico tem efeitos muito mais prolongados e permanentes no desenvolvimento cerebral e emocional. O cortisol, a hormona libertada em situações de stress e que influencia as alterações fisiológicas necessárias a uma resposta a uma ameaça, pode, se cronicamente elevada alterar a construção da rede neuronal e a expressão genética.

Ao conhecer o bebé poderá entrar em sintonia com ele, perceber se o que lhe fazemos e  proporcionamos o deixa satisfeito, calmo e feliz. Bebés cujas expectativas são defendidas são bebés que se desenvolvem melhor em todas as dimensões da sua existência.

Sem dúvida que o ambiente intra-uterino proporciona as melhores condições para o feto se desenvolver e se preparar para uma série de actividades que o ajudam a sobreviver. Um bebé prematuro é um feto em desenvolvimento. A unidade neonatal é uma realidade no apoio à vida destes bebés que nascem antes do tempo, com tudo o que implica: equipamento ruidoso, pessoas a circular, tratamentos essenciais, cuidados de apoio. Recriar o ambiente intra-uterino é uma utopia, no entanto está ao alcance de todos medidas de controlo ambiental que respondam aos comportamentos individuais de cada bebé.

Ouvir e responder é uma tarefa constante em que a leitura comportamental assume um papel importante.

A preocupação com o desenvolvimento dos bebés e a modulação ambiental tem vindo a ser objeto de intervenção em muitas unidades integrando filosofias de cuidados viradas para o bebé e para a sua família. Os Cuidados Individualizados de Apoio ao Desenvolvimento ou o programa NIDCAP – Newborn Individualized Developmental Care and Assessment Program, são exemplos. Estes programas e outros programas similares, procuram minimizar o desconforto causado pelo ambiente como a redução do ruído e da actividade circundante, valorizam o conforto, preocupam-se com a diminuição das experiências de dor, protegem o sono e repouso e defendem o reforço dos laços afectivos com os progenitores, respeita a individualidade de cada bebé ao centralizar as atenções na interpretação das reações comportamentais e fisiológicas e na reflexão do impacto das nossas acções, como pedras basilares dos cuidados de defendendo  o desenvolvimento saudável.

O bebé necessita de se desenvolver num ambiente calmo, de se sentir amado, de repousar o máximo de tempo possível e de dormir.

Cuidados Individualizados e de Suporte ao Desenvolvimento

Não há receitas universais mas estratégias gerais de adaptação e individualização dos cuidados e do ambiente. Os objectivos gerais dos cuidados individualizados são:

  • Proporcionar conforto e manipulações sensíveis
  • Proteger a estabilidade fisiológica
  • Proteger o desenvolvimento neurológico e sensorial em função das capacidades individuais, da idade gestacional e da situação clínica
  • Proteger o desenvolvimento postural
  • Proteger o sono
  • Proporcionar oportunidades de relação entre os pais e o bebé e o desenvolvimento das capacidades sociais e comunicativas

  • Promover a participação activa dos pais nos cuidados, o colo, o Método Canguru, a partilha de amor

Como saber o que necessita?

Linhas gerais para ajudar a cuidar melhor do bebé prematuro na Unidade de Cuidados Intensivos. 

Um dos aspectos mais importantes é conhecer o bebé. Observar é essencial, antes, durante e após as intervenções de forma a permitir a reflexão sobre o impacto do ambiente e dos cuidados no comportamento e os parâmetros fisiológicos do bebé.

Recomendações:

  • Prestar cuidados apenas quando o bebé está acordado (a não ser que sejam urgente). O sono tem um papel importante no crescimento, desenvolvimento cerebral, da retina e no restabelecimento da doença.
  • Abordar o bebé de forma gentil, integrando gradualmente os estímulos. Os prematuros são muito sensíveis ao ambiente que os rodeia, rapidamente ficam cansados. Primeiro pousar as mãos de seguida saudá-lo, depois então iniciar os cuidados se a sua reacção for de aceitação.
  • Falar com ele sempre, integrando-o nas atividades, acalmando-o. Mostre o seu respeito e afecto com palavras doces e toque gentil.
  • Usar movimentos suaves. É preferível rolar suavemente o seu corpo em vez de levantar. O bebé imaturo facilmente se desorganiza demonstrando com agitação motora, taquicárdia e choro. As movimentações espaciais desequilibram o sistema vestivular – equilíbrio.
  • O bebé prematuro deve ser protegido da luz excessiva para a qual o seu sistema visual ainda não está preparado. Se pensarmos um pouco chegamos à conclusão que em regra os bebés só vêem luz após o nascimento! Assim a luz não é determinante para o ser humano no desenvolvimento do sistema visual nessa fase tão precoce da vida.
  • Proteja o bebé do ruído  Fale em tom suave e de conversação e evite tirá-lo da incubadora em alturas de grande azáfama na enfermaria. Estudos indicam que o ruído em excesso aumenta os níveis de stress, a tensão arterial, a frequência cardíaca, respiratória e o consumo de oxigénio. Para além disso a exposição a sons de frequência alta (os maioritariamente existentes na UCIN) em períodos críticos de desenvolvimento altera a organização funcional dos circuitos do córtex auditivo. Colabore para que o ambiente seja o mais calmo e silencioso possível. A sua voz é o melhor para acalmar e estimular o bebé. Não se esqueça que os outros bebés também necessitam de ouvir a voz das suas mães! Cante, conte uma história ou partilhe o seu dia-a-dia com o seu filho.
  • Execute os cuidados observando as reacções a cada gesto, a cada estímulo e pondere, reflita sobre o que ele está a tentar dizer-lhe, sentir, ou a atingir. Caso surjam sinais de cansaço, recusa ou instabilidade cardio-respiratória deve abrandar ou parar o que está a fazer. Pousar as mãos, uma sobre o seu corpo ou envolvendo as costas e a outra em concha à volta da cabeça, e aguarde. Conforte, acalme.

Como confortar um bebé prematuro

  • Use os materiais à disposição para ajudar o bebé durante os cuidados. Deite-o de lado, com as mãos junto da cara e da boca e os pés juntinho, sola com sola com as pernas dobradas sobre a barriga e sinta-o relaxar enquanto contém suavemente os pés. Simule a sua postura intra-uterina! É o melhor para o desenvolvimento dos seus músculos e articulações bem como para a aquisição de competências específicas de orientação à linha média – levar as mãos e os pés à boca e juntos ao centro do corpo. Se possível, quando os lençóis são mudados, coloque sempre uma mantinha suave ao toque estendida em diagonal debaixo do bebé para que, quando necessite, ou ao terminar os cuidados, o possa envolver em envelope ajudando a ficar confortavelmente enroladinho. Dentro do útero materno o bebé estaria enroladinho sobre si com barreiras a toda a sua volta – posição fetal. A posição de lado facilita os esforços que ele possa fazer para manter as pernas e os braços juntinhos do corpo, sente-se mais confortável e seguro e perde menos temperatura e energia a tentar enrolar-se e levar as mãos à boca. Esta posição também facilita a aquisição de competências futuras importantes na infância, como levar ao pés e as mãos à boca para explorar. Nesta fase inicial da sua vida permite que se consiga consolar ao chuchar nos dedos ou na mão. Ao mantermos os pés juntos e as pernas sobre o abdómen de forma relaxada, a sua barriguinha também irá relaxar e aliviar tensões acumuladas.
  • Dispa-o gradualmente, voltando a tapar quando possível cada segmento corporal, contendo suavemente. Use rolos para apoiar as costas e a cabeça na posição de lado, se necessário.
  • Ao terminar aconchegue-o com a mantinha, o ninho ou os rolos, de lado se possível, com as mãos junto da face e os pés e pernas junto do abdómen. Sempre que possível vista-o e tape-o. O bebé irá sentir-se mais confortável. Uma manta a apoiar os pés permite que o bebé se mantenha na posição flectida e evita gastos de energia ao afastar repetidamente os pés do corpo à procura de barreiras. No útero materno a ginástica que faz ao empurrar as paredes do útero são importantes para o desenvolvimento da força muscular.
  • Logo e sempre que possível dê-lhe colo ou faça canguru o máximo de tempo possível e várias vezes ao dia. Caso não seja possível conforte-o na incubadora colocando um dos seus braço lá dentro envolvendo todas as costas até à nuca, e dando-lhe um dedo para que agarre. Nesta fase tão precoce o corpo da mãe e o seu leite são primordiais paro o seu futuro.
  • Esteja presente durante as alimentações. A alimentação é, para todos nós e para os bebés que vão para casa, uma oportunidade de interacção social. É mais um momento de partilha que o bebé internado deve viver. Se possível o seu leite deve ser oferecido no colo, caso não seja possível mantenha o contacto físico com o pousar das mãos enquanto ele está dentro da incubadora.
  • Assegure-se que após os cuidados o bebé adormece tranquilamente. Mantenha o contacto físico com o pousar das mãos ou envolvendo o seu corpo, e quando estiver a dormir relaxe gradualmente o peso das suas mãos e por fim retire-as suavemente.

Estabelecer uma ligação afectiva

A separação do bebé pode dificultar a criação de laços logo após o nascimento. Isto é perfeitamente normal e acontece a muitos pais.

É importante manter uma presença frequente e notada pelo bebé. Envolva-se nas seguintes actividade

- Pousar das mãos e toque de conforto: com o bebé na incubadora

- Confortar durante e após os momentos mais difíceis. Pondere se é possível levar a cabo esses procedimentos no colo.

- Método Canguru: contacto pele a pele entre o bebé e os pais

- Mudança das fraldas

- Alimentação: amamentação, alimentação por o tubo gástrico ou biberão

- Banho e cuidados à pele.

Se tem gémeos informe-se sobre a política de partilha do leito da unidade.

A cue is a word in a sentence - Cherry Bond

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